quarta-feira, 1 de março de 2017

10 curiosidades que você devia conhecer sobre o Líbano



 No idioma hebraico, a palavra Líbano significa “branco”.

O árabe falado no Líbano é de difícil compreensão para os arabófonos de outros países do Oriente Médio. O motivo não podia ser mais simples: a mistura de povos ajudou a criar um dialeto com fortes influências da língua turca, do francês e do inglês.

O desenho no centro da bandeira libanesa representa o cedro-do-Líbano, a árvore típica do país. A madeira do cedro foi largamente utilizada na antiguidade. A árvore é citada 75 vezes na Bíblia.

Metade da população libanesa vive na região metropolitana de Beirute. Fundada por fenícios séculos antes de Cristo, Beirute foi ocupada por gregos, romanos, bizantinos, árabes e otomanos.

Quase 60% dos libaneses são muçulmanos. O país, no entanto, possui uma grande diversidade religiosa: cristãos armênios, cristãos ortodoxos, coptas, drusos, católicos, judeus…

Uma das mais antigas civilizações surgidas no Líbano foi a fenícia. Os fenícios eram povos semitas (parentes de árabes e judeus) que habitavam a faixa litorânea do país e de cultura comercial marítima empreendedora. Colonizaram quase todo o litoral mediterrâneo. Suas principais cidades foram Tiro, Sidon e Biblos. Também foram os fundadores da cidade de Cartago, no território da atual Tunísia.

Pode parecer estranho para muita gente, mas não é: Istambul (Turquia), Sofia (Bulgária), Atenas (Grécia), Bagdá (Iraque),  Alexandria (Egito), Meca (Arábia Saudita) e Beirute (Líbano) fizeram parte de um único império, chamado de Império Otomano.



Entre os pratos típicos do Líbano estão o homus, o kebab, o quibe, o mezze, a esfiha e o baba ganoush.

O Brasil recebeu um grande contingente de imigrantes libaneses a partir do final do século XIX – época em que o Líbano fazia parte do Império Otomano. A maior parte do fluxo migratório foi em direção às regiões Norte e, principalmente, Sudeste.

Veja mais curiosidades e informações sobre esse assunto em: Mais Que Curiosidades.

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